1/19/2011
SESSÃO 48
::: CICLO CINEMA NO FEMININO :::
ENTARDECER, de Angela Schanelec

As personagens principais de A Gaivota, de Chekhov, reúnem-se durante três bucólicos e terríveis entardeceres de Verão.
Irene, actriz de teatro, vai para a sua casa no lago nas proximidades de Berlim, onde residem o seu irmão mais velho, Alex, juntamente com o filho Konstantin. Verão, Sol, lago — aparentemente um cenário idílico, mas as personagens estão escondidas em si mesmas. Uma atmosfera de cansaço, tristeza e amor perdido paira sobre as cenas quotidianas...
24 de Janeiro (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar
ENTARDECER, de Angela Schanelec

As personagens principais de A Gaivota, de Chekhov, reúnem-se durante três bucólicos e terríveis entardeceres de Verão.
Irene, actriz de teatro, vai para a sua casa no lago nas proximidades de Berlim, onde residem o seu irmão mais velho, Alex, juntamente com o filho Konstantin. Verão, Sol, lago — aparentemente um cenário idílico, mas as personagens estão escondidas em si mesmas. Uma atmosfera de cansaço, tristeza e amor perdido paira sobre as cenas quotidianas...
24 de Janeiro (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar
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ANGELA SCHANELEC,
CICLO CINEMA NO FEMININO,
PROGRAMAÇÃO
1/13/2011
SESSÃO 47
::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::
O HOMEM DA CÂMARA DE FILMAR, de Dziga Vertov

Um dos filmes mais extraordinários da História do Cinema, pioneiro na utilização de todas as técnicas cinematográficas disponíveis na época.
Mostrando um homem com uma câmara de filmar pelas ruas de Moscovo, gravando um dia daquela cidade, não existe um guião ou uma história a seguir. Não existem, sequer, personagens. O operador de câmara que acompanhamos ao longo do filme acaba por ganhar inevitável destaque, função que ficou a cargo do irmão de Vertov, Mikhail Kaufman.
O que interessa sempre é a palpitação dos dias e das gentes que os compõem e abrilhantam. A vida.
Segunda-Feira (17 de Janeiro), pelas 21h30, no Cine Solmar.
O HOMEM DA CÂMARA DE FILMAR, de Dziga Vertov

Um dos filmes mais extraordinários da História do Cinema, pioneiro na utilização de todas as técnicas cinematográficas disponíveis na época.
Mostrando um homem com uma câmara de filmar pelas ruas de Moscovo, gravando um dia daquela cidade, não existe um guião ou uma história a seguir. Não existem, sequer, personagens. O operador de câmara que acompanhamos ao longo do filme acaba por ganhar inevitável destaque, função que ficou a cargo do irmão de Vertov, Mikhail Kaufman.
O que interessa sempre é a palpitação dos dias e das gentes que os compõem e abrilhantam. A vida.
Segunda-Feira (17 de Janeiro), pelas 21h30, no Cine Solmar.
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DZIGA VERTOV,
PROGRAMAÇÃO
1/07/2011
PINTO QUADROS POR LETRAS - JOÃO VIERA
10 JANEIRO > 21H30 > CINE SOLMAR
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SPOTS
1/05/2011
SESSÃO 46
::: CICLO ARTES PLÁSTICAS :::
PINTO QUADROS POR LETRAS - JOÃO VIEIRA, de Gabriela Cerqueira

A transversalidade de interesses de João Vieira levam-no, plasticamente, da história da arte às culturas populares de raiz pagã, como é o caso da obra desenvolvida em torno dos caretos de Trás-os-Montes, e o seu gosto da experimentação, apoiada em aturada investigação teórica e prática (nomeadamente de materiais) e numa vasta cultura literária permite-lhe uma diversidade de experiências plásticas e culturais que integram, desde cedo, a performance (sendo pioneiro em Portugal, iniciando esta prática em 1970) e a instalação.
Segunda-Feira (10 de Janeiro), pelas 21h30, no Cine Solmar
PINTO QUADROS POR LETRAS - JOÃO VIEIRA, de Gabriela Cerqueira

A transversalidade de interesses de João Vieira levam-no, plasticamente, da história da arte às culturas populares de raiz pagã, como é o caso da obra desenvolvida em torno dos caretos de Trás-os-Montes, e o seu gosto da experimentação, apoiada em aturada investigação teórica e prática (nomeadamente de materiais) e numa vasta cultura literária permite-lhe uma diversidade de experiências plásticas e culturais que integram, desde cedo, a performance (sendo pioneiro em Portugal, iniciando esta prática em 1970) e a instalação.
Segunda-Feira (10 de Janeiro), pelas 21h30, no Cine Solmar
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GABRIELA CERQUEIRA,
PROGRAMAÇÃO
12/30/2010
SESSÃO 45
::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::
M — MATOU, de Fritz Lang

Um serial killer assusta a cidade alemã de Dusseldorf matando crianças indefesas. Escapa da polícia, mas não das mãos de organizações criminosas pertencentes ao submundo local.
O actor Peter Lorre, com um desempenho excepcional, celebrizou-se por este papel. É o primeiro filme falado do director alemão Fritz Lang, que dois anos depois se mudaria para os Estados Unidos.
Segunda-Feira, pelas 21h30, no Cine Solmar
M — MATOU, de Fritz Lang

Um serial killer assusta a cidade alemã de Dusseldorf matando crianças indefesas. Escapa da polícia, mas não das mãos de organizações criminosas pertencentes ao submundo local.
O actor Peter Lorre, com um desempenho excepcional, celebrizou-se por este papel. É o primeiro filme falado do director alemão Fritz Lang, que dois anos depois se mudaria para os Estados Unidos.
Segunda-Feira, pelas 21h30, no Cine Solmar
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FRITZ LANG,
PETER LORRE,
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