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7/19/2011

SESSÃO 88

::: FILMES CURTOS E LONGAS CONVERSAS — 3 CURTAS DE SAGUENAIL :::

. ANTES DE AMANHÃ (2001): Antes de Amanhã, tão-só o pequeno abismo de uma noite. Os corpos, sempre outros, buscam o lugar que lhes resta, depois de varridos pelo verbo asfixiante das imagens.
Talvez amanhã não seja apenas mais um dia.

. MAU DIA (2006): Num "café algures", a história parte de "uma mulher silenciosa" que se encontra "frente a um homem que não diz palavra, cujo rosto endurecido lhe devolve a mágoa como um espelho de carne". Neste ambiente, onde "só o céu derrama ininterruptas lágrimas", gira "um esboço de canção de amores desavindos e moribundos que não consegue encontrar a sua melodia". De repente, o homem "eclipsa-se" e a mulher "fica só, como porventura nunca deixou de estar".
Para esta curta-metragem, "produto da sua imortal doença", contou com "os seus cúmplices" João Alves, Ana Deus e Becas.

. PAS PERDU (2008): Noite cerrada. Numa cidade algures, uma mulher errante, agrilhoada a uma mala. Parece procurar alguma coisa. Parece andar fugida de alguém. Mas as paredes têm olhos e a noite tem bocas. E becos sem saída...

Com a presença de Saguenail e Regina Guimarães.

Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

7/11/2011

SESSÃO 84

::: SESSÃO ESPECIAL :::

LIXO EXTRAORDINÁRIO, de Lucy Walker


Filmado ao longo de dois anos (Agosto de 2007 a Maio de 2009), LIXO EXTRAORDINÁRIO acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objectivo inicial de retratá-los.

No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

7/10/2011

SESSÃO 83

::: SESSÃO ESPECIAL :::

SIGNIFICADO — A MÚSICA PORTUGUESA SE GOSTASSE DELA PRÓPRIA, de Tiago Pereira



Com os 15 anos d’Orfeu como mote, é criativamente que a Associação celebra a efeméride, com uma obra dupla:
"Contexto", o livro escrito por António Pires e que nos transporta até às origens de uma associação artística que abriu novos caminhos culturais a Águeda, e SIGNIFICADO — A MÚSICA PORTUGUESA SE GOSTASSE DELA PRÓPRIA, realizado por Tiago Pereira, um testemunho visual de contextualização contemporânea das tradições musicais que, mais que enaltecimento gratuito, antes faz o ponto de equilíbrio entre a história da própria associação e o retrato da sua posição, hoje, no meio cultural.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

6/27/2011

SESSÃO 81

::: ESTREIA :::

VIAGEM A PORTUGAL, de Sérgio Trefaut



VIAGEM A PORTUGAL é um filme político sobre os procedimentos de controle de estrangeiros nos aeroportos europeus e sobre o tratamento desumano, que é aceite como prática comum nos dias de hoje.

Maria, uma médica ucraniana, aterra no aeroporto de Faro, em Portugal, com um visto de turismo. Entre todos os passageiros do seu avião, Maria é a única a ser detida e interrogada pela polícia de estrangeiros e fronteiras. A situação transforma-se num pesadelo quando a polícia percebe que o homem que espera Maria no aeroporto é senegalês.

Imigração ilegal? Tráfico humano? Tudo é possível. VIAGEM A PORTUGAL é inspirado numa história real.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

5/23/2011

SESSÃO 68

::: 3 FILMES DE AMAURI TANGARÁ :::


POBRE É QUEM NÃO TEM JIPE
(Brasil, Ficção, 1999, 22’)

Realização: Amauri Tangará

Interpretação: Diego Borges, Danilo Pereira, Alda Regina
Elenco: Diego Borges, Danilo Pereira, Luana Feltrin, Alana Moraes
Fotografia: Mauro Pinheiro
Montagem: Flávio Zettel
Música: Alcemar Mattos e Júlio Cezar.

SINOPSE:
A história de um menino que sonhava em conhecer o outro lado dos horizontes.
E descobre o significado de "pobre"...

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HORIZONTEM
(Brasil, Ficção, 2008, 15’)

Realização: Amauri Tangará

Interpretação: Vera Capilé, Júlio Carcará, Tuka Calgaro, Rafael Mendes
Fotografia: João Carlos Bertoli
Som: Yuri Kopcak
Montagem: Bruno Correia
Música: João Pimentel

SINOPSE:
O Futuro manda notícias.

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A OITAVA COR DO ARCO-ÍRIS
(Brasil, Ficção, 2004, 80’)

Realização: Amauri Tangará

Interpretação: Diego Borges, Izabel Serra (Belinha), Waldir Bertúlio e Renan Dimuriez
Fotografia: André Luis Cunha
Montagem: Flávio Zettel
Música: Fabrício Carvalho

SINOPSE:
Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó dona Didinha, que o adotou depois que seu pai desapareceu num garimpo e sua mãe foi parar num bordel. Muito doente, a velha Didinha sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Uma noite Joãzinho desperta com as orações de sua avó pedindo a Deus que a leve embora, pois não suporta mais as dores que sente e a falta de condições para comprar remédios que a aliviem. Ao ouvir isso, Joãzinho toma uma importante decisão: vender "mocinha", sua cabrita, o único animal de estimação que possuía e com o dinheiro comprar os remédios que sua avó necessita.
Clandestinamente leva a cabrita para a capital, sem conhecer nada nem ninguém passa por todo tipo de aventuras e descobre o lado duro de uma cidade grande, que contrasta com sua ingenuidade de menino nascido e criado no bucolismo saudável de uma pequena vila do rio acima.

5/02/2011

SESSÃO 65

::: ESTREIA :::

A CIDADE DOS MORTOS, de Sérgio Trefaut


A Cidade dos Mortos, no Cairo, é a maior necrópole do mundo.
Um milhão de pessoas vivem dentro do cemitério — em casas tumulares ou nos edifícios que cresceram em redor. Dentro do cemitério há de tudo: padarias, cafés, escolas para as crianças, teatros de fantoches...

A Cidade dos Mortos estende-se por mais de dez quilómetros ao longo de uma auto-estrada, mas não deixa de ser uma aldeia, com mães à caça de um bom partido para as filhas, rapazes a correr atrás das raparigas, disputas entre vizinhos.

Preparado e rodado ao longo de cinco anos (2004-2009), este filme procura dar a ver a alma invisível do cemitério.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

4/25/2011

SESSÃO 64

::: ESTREIA :::

48, de Susana de Sousa Dias


O que pode uma fotografia de um rosto revelar sobre um sistema político?
O que pode uma imagem tirada há mais de 35 anos dizer sobre a nossa actualidade?
Partindo de um núcleo de fotografias de cadastro de prisioneiros políticos da ditadura portuguesa (1926-1974), 48 procura mostrar os mecanismos através dos quais um sistema autoritário se tentou auto-perpetuar.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar

4/18/2011

SESSÃO 63

::: SESSÃO ESPECIAL: HOMENAGEM A SIDNEY LUMET :::

DOZE HOMENS EM FÚRIA, de Sidney Lumet


Ouvidos os argumentos da acusação e da defesa de um caso de assassinato — um jovem hispano-americano é acusado de matar o pai — o júri reúne-se numa sala para decidir um veredicto. Caso seja culpado, o acusado será condenado à pena capital.

O filme desenvolve-se em volta das dificuldades do júri em se decidir por um veredicto unânime, devido basicamente aos preconceitos de alguns jurados. Na primeira votação onze deles votam “culpado”. Apenas o jurado número oito (Henry Fonda) vota contra, considerando que a prova apresentada pela acusação é meramente circunstancial e que o acusado merece uma deliberação justa. Depois de argumentar, o mesmo jurado propõe nova votação mas agora secreta e em que ele não participa: se voltarem a aparecer os onze votos em “culpado”, então ele concordará com o veredicto. Gradualmente os jurados vão tomando a posição do jurado oito, até que apenas um deles continua a insistir na culpa do acusado. Mas também ele cederá.



Com a apresentação do filme desta noite, o 9500 Cineclube pretende homenagear Sidney Lumet, cineasta, produtor e argumentista, um dos mais prolíficos autores da era moderna, segundo The Encyclopedia of Hollywood, que faleceu há cerca de uma semana.

Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar

3/10/2011

SESSÃO 57

::: SESSÃO ESPECIAL :::

OS 2 DA (NOVA) VAGA, de Emmanuel Laurent


Os 2 DA (NOVA) VAGA é a história de uma amizade. Jean-Luc Godard nasceu em 1930, François Truffaut dois anos mais tarde. O amor pelo cinema juntou-os. Escreveram nas mesmas revistas: Cahiers du Cinema e Arts. Quando o mais novo dos dois se tornou realizador com OS 400 GOLPES, que triunfou em Cannes em 1959, ajudou o velho amigo a entrar no mundo da realização, oferecendo-lhe um argumento que inclusivamente já tinha título: O ACOSSADO.

Durante a década de 60 apoiaram-se mutuamente, até 1968 altura em que a história e a política os separa: Godard envolve-se nas políticas revolucionárias e Truffaut continua o seu percurso artístico sem influências do contexto social e político. Entre os dois, estava Jean-Pierre Leaud, como uma criança filha de pais separados e desavindos. A amizade de Godard e Truffaut, bem como o seu afastamento, fazem parte da história do cinema francês.

Recorrendo a imagens de arquivo, a excertos dos filmes dos dois realizadores e folheando recortes de imprensa da época, OS 2 DA (NOVA) VAGA leva-nos de volta a uma década que transformou o mundo.



14 de Março (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

7/15/2010

SESSÃO ESPECIALÍSSIMA > 16 JULHO

CHAPLIN vs KEATON
6 ROUNDS (3 para cada lado)
91 minutos

Moderação: Mário Roberto

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PÓPULO CAFÉ
Praia do Pópulo

20.30h > 23.30h


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