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5/30/2011

SESSÃO 69

::: CICLO ARTES PLÁSTICAS :::

DURANTE O FIM, de João Trabulo


DURANTE O FIM é uma viagem ao universo artístico, interior e secreto do escultor Rui Chafes.

No atelier, território de eleição do artista, percebe-se como tudo acontece: do barulho das máquinas ao silêncio que envolve a concepção e idealização de cada escultura, surgem sons, imagens e vozes de outros tempos.

Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

5/23/2011

SESSÃO 68

::: 3 FILMES DE AMAURI TANGARÁ :::


POBRE É QUEM NÃO TEM JIPE
(Brasil, Ficção, 1999, 22’)

Realização: Amauri Tangará

Interpretação: Diego Borges, Danilo Pereira, Alda Regina
Elenco: Diego Borges, Danilo Pereira, Luana Feltrin, Alana Moraes
Fotografia: Mauro Pinheiro
Montagem: Flávio Zettel
Música: Alcemar Mattos e Júlio Cezar.

SINOPSE:
A história de um menino que sonhava em conhecer o outro lado dos horizontes.
E descobre o significado de "pobre"...

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HORIZONTEM
(Brasil, Ficção, 2008, 15’)

Realização: Amauri Tangará

Interpretação: Vera Capilé, Júlio Carcará, Tuka Calgaro, Rafael Mendes
Fotografia: João Carlos Bertoli
Som: Yuri Kopcak
Montagem: Bruno Correia
Música: João Pimentel

SINOPSE:
O Futuro manda notícias.

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A OITAVA COR DO ARCO-ÍRIS
(Brasil, Ficção, 2004, 80’)

Realização: Amauri Tangará

Interpretação: Diego Borges, Izabel Serra (Belinha), Waldir Bertúlio e Renan Dimuriez
Fotografia: André Luis Cunha
Montagem: Flávio Zettel
Música: Fabrício Carvalho

SINOPSE:
Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó dona Didinha, que o adotou depois que seu pai desapareceu num garimpo e sua mãe foi parar num bordel. Muito doente, a velha Didinha sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Uma noite Joãzinho desperta com as orações de sua avó pedindo a Deus que a leve embora, pois não suporta mais as dores que sente e a falta de condições para comprar remédios que a aliviem. Ao ouvir isso, Joãzinho toma uma importante decisão: vender "mocinha", sua cabrita, o único animal de estimação que possuía e com o dinheiro comprar os remédios que sua avó necessita.
Clandestinamente leva a cabrita para a capital, sem conhecer nada nem ninguém passa por todo tipo de aventuras e descobre o lado duro de uma cidade grande, que contrasta com sua ingenuidade de menino nascido e criado no bucolismo saudável de uma pequena vila do rio acima.

5/16/2011

SESSÃO 67

::: CICLO CINEMA NO FEMININO :::

CEREJEIRAS EM FLOR, de Doris Dörrie


A história de uma amor abnegado e de uma viagem poética até ao fundo do ser: só Trudi sabe que o marido, Rudi, sofre de cancro em fase terminal. Quando o médico propõe que os dois façam uma derradeira viagem juntos, Trudi convence o marido a irem visitar os filhos e os netos em Berlim. Mas estes estão demasiado atarefados com as suas próprias vidas para se ocuparem com eles.

Depois de assistirem a uma representação de um dançarino de butoh, Trudi e Rudi viajam para o Mar Báltico, onde se instalam num hotel. Aí, Trudi morre subitamente. Rudi fica completamente desorientado, sem saber o que fazer à sua vida. Até que decide viajar para o Japão, para se encontrar com Karl, o seu filho mais novo.

A realizadora alemã Doris Dörrie não poupou esforços para que CEREJEIRAS EM FLOR se tornasse um filme belo, delicado e, ao mesmo tempo, impactante.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

5/09/2011

SESSÃO 66

::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::

A BOCETA DE PANDORA, de G. W. Pabst



A bela e sensual Lulu (Louise Brooks) é amante de Peter Schön (Fritz Kortner), um viúvo rico. Quando este lhe anuncia que se vai casar com uma mulher respeitável, Lulu mantém-se imperturbável, mas começa desde logo a fazer planos para destruir esse noivado. Lulu acaba por conseguir o que quer, mas o casamento com Schön abre caminho para uma descida aos infernos, não havendo, para um como para outro, qualquer hipótese de redenção.

A BOCETA DE PANDORA é uma das obras-primas da Sétima Arte, tendo imortalizado a actriz Louise Brooks e o realizador austríaco Georg Willhelm Pabst como estrelas maiores do cinema mudo.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

5/02/2011

SESSÃO 65

::: ESTREIA :::

A CIDADE DOS MORTOS, de Sérgio Trefaut


A Cidade dos Mortos, no Cairo, é a maior necrópole do mundo.
Um milhão de pessoas vivem dentro do cemitério — em casas tumulares ou nos edifícios que cresceram em redor. Dentro do cemitério há de tudo: padarias, cafés, escolas para as crianças, teatros de fantoches...

A Cidade dos Mortos estende-se por mais de dez quilómetros ao longo de uma auto-estrada, mas não deixa de ser uma aldeia, com mães à caça de um bom partido para as filhas, rapazes a correr atrás das raparigas, disputas entre vizinhos.

Preparado e rodado ao longo de cinco anos (2004-2009), este filme procura dar a ver a alma invisível do cemitério.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar.

4/25/2011

SESSÃO 64

::: ESTREIA :::

48, de Susana de Sousa Dias


O que pode uma fotografia de um rosto revelar sobre um sistema político?
O que pode uma imagem tirada há mais de 35 anos dizer sobre a nossa actualidade?
Partindo de um núcleo de fotografias de cadastro de prisioneiros políticos da ditadura portuguesa (1926-1974), 48 procura mostrar os mecanismos através dos quais um sistema autoritário se tentou auto-perpetuar.



Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar

4/18/2011

SESSÃO 63

::: SESSÃO ESPECIAL: HOMENAGEM A SIDNEY LUMET :::

DOZE HOMENS EM FÚRIA, de Sidney Lumet


Ouvidos os argumentos da acusação e da defesa de um caso de assassinato — um jovem hispano-americano é acusado de matar o pai — o júri reúne-se numa sala para decidir um veredicto. Caso seja culpado, o acusado será condenado à pena capital.

O filme desenvolve-se em volta das dificuldades do júri em se decidir por um veredicto unânime, devido basicamente aos preconceitos de alguns jurados. Na primeira votação onze deles votam “culpado”. Apenas o jurado número oito (Henry Fonda) vota contra, considerando que a prova apresentada pela acusação é meramente circunstancial e que o acusado merece uma deliberação justa. Depois de argumentar, o mesmo jurado propõe nova votação mas agora secreta e em que ele não participa: se voltarem a aparecer os onze votos em “culpado”, então ele concordará com o veredicto. Gradualmente os jurados vão tomando a posição do jurado oito, até que apenas um deles continua a insistir na culpa do acusado. Mas também ele cederá.



Com a apresentação do filme desta noite, o 9500 Cineclube pretende homenagear Sidney Lumet, cineasta, produtor e argumentista, um dos mais prolíficos autores da era moderna, segundo The Encyclopedia of Hollywood, que faleceu há cerca de uma semana.

Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar

4/10/2011

SESSÃO 62

::: CICLO CINEMA NO FEMININO :::

NO INVERNO HÁ UM ANO, de Caroline Link



Uma arquitecta de interiores encomenda um quadro a Max Hollander, artista de renome, no qual serão pintados os seus dois filhos.

A filha não gosta da ideia, pois o seu irmão, Alexander, cometeu suicídio e para ela um retrato de ambos não teria outro carácter senão decorativo. Desta forma, aquele quadro provocará mudanças em todos os que directa ou indirectamente estão envolvidos com ele.



11 de Abril (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

3/21/2011

SESSÃO 59

::: CICLO CINEMA NO FEMININO :::

CURTAS DE AGNÈS VARDA - PARTE 2


Agnès Varda é uma das mais importantes cineastas da actualidade. Foi a autora de DUAS HORAS DA VIDA DE UMA MULHER (1961), um dos porta-estandartes da Nouvelle Vague, e desde aí vem flutuando livremente entre a ficção e o documentário, entre a curta e a longa-metragem.

Citando Agnès Varda: «Apesar de o seu cinema ter uma marca documental, carácter social e feminista, o seu maior combate no cinema é "fazer sempre algo de novo", sem perder o traço experimental, e transmitir emoções».

Parte II
. AS CURTAS TURÍSTICAS
O Seasons, O Chateaux... (1957) 21’
Pleasure of Love in Iran (1976) 6’
Coasting Along the Coast (1958) 26’

. CINEVARDAPHOTO
Ydessa, the bears and etc... (2004) 43’
Ulysses (1982) 21’
Hi there, Cubanos (1962-63) 28’

Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar

3/10/2011

SESSÃO 57

::: SESSÃO ESPECIAL :::

OS 2 DA (NOVA) VAGA, de Emmanuel Laurent


Os 2 DA (NOVA) VAGA é a história de uma amizade. Jean-Luc Godard nasceu em 1930, François Truffaut dois anos mais tarde. O amor pelo cinema juntou-os. Escreveram nas mesmas revistas: Cahiers du Cinema e Arts. Quando o mais novo dos dois se tornou realizador com OS 400 GOLPES, que triunfou em Cannes em 1959, ajudou o velho amigo a entrar no mundo da realização, oferecendo-lhe um argumento que inclusivamente já tinha título: O ACOSSADO.

Durante a década de 60 apoiaram-se mutuamente, até 1968 altura em que a história e a política os separa: Godard envolve-se nas políticas revolucionárias e Truffaut continua o seu percurso artístico sem influências do contexto social e político. Entre os dois, estava Jean-Pierre Leaud, como uma criança filha de pais separados e desavindos. A amizade de Godard e Truffaut, bem como o seu afastamento, fazem parte da história do cinema francês.

Recorrendo a imagens de arquivo, a excertos dos filmes dos dois realizadores e folheando recortes de imprensa da época, OS 2 DA (NOVA) VAGA leva-nos de volta a uma década que transformou o mundo.



14 de Março (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

3/04/2011

SESSÃO 56

::: SESSÃO ESPECIAL (ESTREIA) :::

FILME SOCIALISMO, de Jean-Luc Godard


FILME SOCIALISMO é um filme dividido em três momentos: o primeiro ocorre num navio onde se fundem e entrelaçam várias histórias de viajantes de todas as partes do mundo; o segundo retrata o conflito familiar onde os progenitores são postos à prova; finalmente, o momento em que o realizador expõe as suas ideias sobre a Europa e o mundo contemporâneo.

Última longa-metragem de Jean-Luc Godard, estreada no último Festival de Cannes, é um ensaio sobre a Europa e o mundo.



07 de Março (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

2/25/2011

SESSÃO 53

::: 1º ANIVERSÁRIO DO 9500 CINECLUBE :::

THIS LAND IS MINE, de Jean Renoir




Hoje, pelas 21h30, no Cine Solmar

2/13/2011

SESSÃO 51

::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::

O COURAÇADO POTEMKIN, de Sergei Eisenstein



Em 1926 a Academia Americana de Artes elegeu-o como "melhor filme do mundo", e em 1958 a Exposição Internacional de Bruxelas considerou-o "melhor filme de todos os tempos e de todos os povos".

Este filme de Sergei Eisenstein é tido, unanimemente, como um dos melhores de sempre da História do Cinema e uma obra (praticamente) insuperável: pela sofisticação formal, pelo prodigioso exercício de estilo, pela montagem inovadora, pela estética de ruptura, pela sublime plasticidade das imagens.



Amanhã, pelas 21h30, no Cine Solmar.

2/04/2011

SESSÃO 50

::: CICLO ARTES PLÁSTICAS :::

A CORAGEM DE LASSIE, de Francisca Manuel



A CORAGEM DE LASSIE é um filme sobre Ana Jotta ou sobre o seu trabalho? Talvez seja sobre uma espécie de superfície (cujo equivalente material, no filme, é o ecrã que a imagem cinematográfica supõe) onde as duas coisas se entrelaçam suavemente. O filme não quer «aprofundar» muito, não quer «ver muito», seja do atelier, seja da casa, seja da própria Ana Jotta. Há uma distância, e, por seu intermédio, tudo desliza em ambas as superfícies, como um ritornello de Ana Jotta. São estes os efeitos mais sensíveis e onde é inscrita a ética da distância deste filme.

Edmundo Cordeiro
Amândio Coroado
(in "folha de sala" da Cinemateca Portuguesa, 2009)



07 de Fevereiro (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

1/28/2011

SESSÃO 49

::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::

O GABINETE DO DR. CALIGARI, de Robert Wiene



Marco do cinema expressionista alemão, o filme O GABINETE DO DR. CALIGARI impressiona pela sua estética inovadora, os seus cenários de ruas tortas e sinuosas e a sua atmosfera macabra impregnada de mistério.

Lançado na Alemanha em 1920, ganhou fama internacional e tornou-se um clássico. Hoje, é considerado um dos melhores produtos da cultura cinematográfica do século XX.

A acção principal de O GABINETE DO DR. CALIGARI tem a sua génese no relato do herói Francis sobre as aventuras do Dr. Caligari, um vigarista soturno que dirige um manicómio, e do seu escravo, um estranho morto-vivo. Neste filme, Caligari acaba por enlouquecer, invertendo-se na lógica maniqueísta: torna-se bom e chega a ajudar o herói do filme. Este filme foi o mote para o expressionismo alemão, de onde nos chegaram outras obras sinistras como NOSFERATU, O VAMPIRO (1922), a primeira adaptação do romance Drácula, de Bram Stoker. (in My One Thousand Movies)



31 de Janeiro (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

1/19/2011

SESSÃO 48

::: CICLO CINEMA NO FEMININO :::

ENTARDECER, de Angela Schanelec



As personagens principais de A Gaivota, de Chekhov, reúnem-se durante três bucólicos e terríveis entardeceres de Verão.

Irene, actriz de teatro, vai para a sua casa no lago nas proximidades de Berlim, onde residem o seu irmão mais velho, Alex, juntamente com o filho Konstantin. Verão, Sol, lago — aparentemente um cenário idílico, mas as personagens estão escondidas em si mesmas. Uma atmosfera de cansaço, tristeza e amor perdido paira sobre as cenas quotidianas...



24 de Janeiro (Segunda-Feira), pelas 21h30, no Cine Solmar

1/13/2011

SESSÃO 47

::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::

O HOMEM DA CÂMARA DE FILMAR, de Dziga Vertov



Um dos filmes mais extraordinários da História do Cinema, pioneiro na utilização de todas as técnicas cinematográficas disponíveis na época.

Mostrando um homem com uma câmara de filmar pelas ruas de Moscovo, gravando um dia daquela cidade, não existe um guião ou uma história a seguir. Não existem, sequer, personagens. O operador de câmara que acompanhamos ao longo do filme acaba por ganhar inevitável destaque, função que ficou a cargo do irmão de Vertov, Mikhail Kaufman.

O que interessa sempre é a palpitação dos dias e das gentes que os compõem e abrilhantam. A vida.



Segunda-Feira (17 de Janeiro), pelas 21h30, no Cine Solmar.

1/05/2011

SESSÃO 46

::: CICLO ARTES PLÁSTICAS :::

PINTO QUADROS POR LETRAS - JOÃO VIEIRA, de Gabriela Cerqueira



A transversalidade de interesses de João Vieira levam-no, plasticamente, da história da arte às culturas populares de raiz pagã, como é o caso da obra desenvolvida em torno dos caretos de Trás-os-Montes, e o seu gosto da experimentação, apoiada em aturada investigação teórica e prática (nomeadamente de materiais) e numa vasta cultura literária permite-lhe uma diversidade de experiências plásticas e culturais que integram, desde cedo, a performance (sendo pioneiro em Portugal, iniciando esta prática em 1970) e a instalação.

Segunda-Feira (10 de Janeiro), pelas 21h30, no Cine Solmar

12/30/2010

SESSÃO 45

::: CICLO HISTÓRIA DO CINEMA :::

M — MATOU, de Fritz Lang



Um serial killer assusta a cidade alemã de Dusseldorf matando crianças indefesas. Escapa da polícia, mas não das mãos de organizações criminosas pertencentes ao submundo local.

O actor Peter Lorre, com um desempenho excepcional, celebrizou-se por este papel. É o primeiro filme falado do director alemão Fritz Lang, que dois anos depois se mudaria para os Estados Unidos.



Segunda-Feira, pelas 21h30, no Cine Solmar

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